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O pecado não pode ser seu bichinho de estimação (21/12/2011)

Um animal de estimação, seja um cachorro, gato ou qualquer outro animal, sempre é tratado com a maior atenção. Ele é bem alimentado, acariciado, raramente repugnado e muito valorizado. Muitas pessoas consideram os animais de estimação como parte da família.

Assim como os apaixonados por animais cuidam de seus bichinhos de estimação, tem gente por aí dando o mesmo tratamento para o pecado. Essas pessoas acariciam o pecado, alimentam o pecado, raramente repugnam-no e acaba que ele se torna parte inseparável de suas vidas.

Porém, o pecado não pode ser o seu bichinho de estimação. O pecado não é domesticável e, cada vez que você leva o pecado para passear, mais ele toma conta da sua vida, de forma que você se sente dependente dele. Você precisa ver o pecado como ele realmente é: um lobo devorador.

No antigo testamento, os israelitas levavam o pecado muito mais a sério do que as pessoas o fazem hoje, porque toda vez que pecavam eles eram obrigados a oferecer sacrifícios em holocausto (Levítico 1:3-5), a fim de que o animal, simbolicamente, fosse morto no lugar do pecador.

Um hebreu no tempo de Moisés precisava matar o animal de sua oferta, colocando suas mãos sobre a cabeça deste e cortar a garganta dele. Além disso, devia conscientizar-se de que aquele animal estava simbolicamente morrendo em seu lugar. Então, o pecador sofria um impacto psicológico.

A oferta exigida para o holocausto era um bezerro, que devia ser o melhor de todos do rebanho.

Dessa forma, o sacrifício requeria perdas financeiras, uma lembrança contínua da punição pelo pecado. Até aqueles que não tinham condições de ofertar um bezerro deviam ofertar de acordo com as suas posses (Levítico 1:10,14; Levítico 5:7-8).

À medida que o ofertante matava seu animal, tinha a companhia de outros adoradores sacrificando suas ofertas. Então, ao ouvir os gritos de agonia dos bezerros, das ovelhas e dos pássaros, ele percebia que todas as pessoas à sua volta também eram pecadores que precisavam do perdão divino. Além disso, todos sabiam que ele era um pecador. Portanto, ele sofria um impacto social.

Além de tudo isso, o ofertante percebia que o pecado estava entre ele e Deus, e a pena para este é a morte. Assim, o pecador se lembrava da misericórdia do Senhor por perdoá-lo.

Jesus já libertou você do poder do pecado, por isso hoje você pode ser totalmente livre da escravidão do pecado, porque Ele foi o sacrifício perpétuo pela sua vida e por toda a humanidade (1 João 2:2). Isso não significa que você não pecará, mas sim que você não precisa pecar. Se você pecar, você tem "um Advogado para com o Pai, Jesus Cristo, o Justo" (1 João 2:1).

"Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça." (1 João 1:9). Arrependa-se, confesse os seus pecados e aceite o perdão de Deus. Não trate o pecado como seu bichinho de estimação.



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